CREFITO 13 alerta planos de saúde e serviços de Fisioterapia sobre irregularidades no descredenciamento de serviços de Fisioterapeutas que utilizam a Acupuntura

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O Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional de Mato Grosso do Sul (CREFITO 13) encaminhou aos diretores de operadores de planos de saúde e de serviços de Fisioterapia um comunicado sobre as notícias de descredenciamentos de serviços de Fisioterapeutas que utilizam o recurso terapêutico da Acupuntura. O CREFITO 13 ressalta a legislação vigente, lembra as consequências de impedir o exercício profissional ao arrepio da lei, reforça que a Acupuntura é um recurso do arsenal terapêutico da Fisioterapia (assim como de outras profissões de saúde), e alerta para o risco de afronta à legislação normativa da ANS e para o possível cerceamento do acesso integral a Saúde como esculpido no Art. 196 da Constituição Federal e na Lei 8.080/90.

Acesse: http://www.crefito13.org.br/view/noticias/index.php?id=298

Eliminando Operadoras de Planos de Saúde

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Trabalhar com Operadoras de Planos de Saúde é algo inevitável. A grande maioria da população brasileira mal pode pagar um plano de saúde, imagine, um tratamento particular de Fisioterapia.

Isso não significa que devemos permanecer estáticos, lamentando diariamente que os valores não são corrigidos e procurando culpa em sei lá quem. Comparo o trabalho com OPS com uso do “sal”, que ajuda a temperar os primeiros anos como profissionais, mas, após incorporado em nosso cotidiano, nos consome em trabalhos burocráticos intermináveis para o pedido de autorizações, envio de guias e preparo de recursos de glosa.

O segredo para sair desse ciclo não está na escolha de nenhum método fantástico ou caro para se trabalhar. Muitos desses, tornam-se inacessíveis e para que possamos transformá-los em dinheiro precisaremos, não apenas do conhecimento técnico, ou de uma sala bem arrumada.

Então, por onde começar? O que devo fazer para não ficar a mercê dos vampiros da saúde que sugam a força de trabalho de milhares de Fisioterapeutas no Brasil? A palavra, é simples e curta: GESTÃO!!

Identificar:

• Público alvo,

• Custos fixos e variáveis,

• Estratégias de marketing,

• Como será o fluxo de caixa,

• Qual faixa de preço deve-se ou pode-se cobrar,

• Quem será a concorrência,

• Quais são os modismos

Esses são apenas alguns dos itens que o Fisioterapeuta Empresário deve conhecer e praticar. Tudo que fora mencionado acima, deve ser aplicado de forma pragmática, longe das paixões que cercam nosso cotidiano. Esse estudo é constante e sempre deve retroalimentar-se de mais informações sobre a rotina do trabalho diário.

A partir do momento que você se conhece, conhece o seu cliente e conhece como a operadora trabalha, você poderá aos poucos não depender mais dessa “cesta de ovos”. Mas para que isso ocorra é necessário colocar o medo e o comodismo no local certo.

Um abraço,
Luis Henrique Cintra

Prestador, conheça seus direitos

Um dos maiores problemas enfrentados pelos prestadores de serviços de Fisioterapia a falta de conhecimento nas áreas jurídicas. Nós, normalmente, não conhecemos nossos direitos.

Outro problema é a falta ou dificuldade de comunicação entre vários colegas que possuem os mesmo objetivos mas por medo ou desorganização ou até ignorância não se comunicam entre si.

A ANS (Agencia Nacional de Saúde) estabelece, dentre outras, a Instrução Normativa 49 para ser posta nos contratos. Essa descreve que os procedimentos acertados na assinatura dos contratos de prestação de serviço devem ter ser reajustados periodicamente e sob um índice publicamente conhecido.

Para maiores informações, acesse: http://www.ans.gov.br/a-ans/sala-de-noticias-ans/operadoras-e-servicos-de-saude/2062-regras-de-reajuste-ja-devem-constar-nos-contratos-entre-medicos-e-operadoras

Um abraço,
Luis Henrique Cintra

Série Legislação – O que o Fisioterapeuta precisa saber sobre a Lei 9656

De acordo com essa lei, os procedimentos definidos pela regulamentação são ilimitados, inclusive consultas, dias de internação em CTI, exames, sessões de Fisioterapia, e outros, com exceção de transtornos psiquiátricos.

Os pacientes devem ser informados disso, pois assim, garantem sua cidadania. As operadoras são regidas pelas normas da ANS, mas essas sempre apostarão na desinformação, tão comum em nosso cotidiano.

Um abraço,

Luis Henrique Cintra