Linhas de Crédito – conheça e empreenda

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Historicamente o empreendedor necessita que alguém “banque” os seus sonhos. O primeiro mencionado na literatura foi Marco Polo que, após conseguir recursos de algumas família ricas na época, emplacou uma viagem ao oriente e  mudou  a história do mundo.  Até hoje, o mecanismo continua o mesmo. O empresário cria um projeto(plano de negócios) onde especifica quem ele é, quais são suas idéias e como ele irá pagar pelo recurso que buscou naquele que detém o capital. Esse, poderá ser uma pessoa física(investidor anjo) ou uma pessoa jurídica(empresas ou instituições financeiras).

Nos bancos, os gerentes possui uma carteira de produtos que  se adequam às necessidades de cada fisioterapeuta empresário. As linhas de crédito têm seus limites estipulados por meio da análise de renda, ou seja, quanto uma pessoa ou empresa recebe/fatura por mês dentre outros aspectos.  A partir daí, o empresário escolhe qual será a melhor forma de captação de recursos para o seu empreendimento.

Abordaremos nas próximas publicações as principais linhas de crédito oferecidas pelos bancos no Brasil

Fisioterapeuta Empresário, eu?

Há 30 anos não havia Fisioterapeutas com 30 anos no mercado. Não é nenhuma novidade lembrar que recursos físicos são utilizados desde os primórdios da humanidade, mas mesmo depois regulamentação de nossa profissão ainda temos muito que aprender como empresários ou profissionais liberais.

Trabalhamos inicialmente nos grandes centros de reabilitação, depois éramos funcionários de grandes clínicas onde médicos, normalmente, eram donos. Começamos atender em domicílio, era o começo de nossa autonomia, demos então um grande passo, criamos nossas clínicas. Hoje nos dividimos entre estúdios, academias, domicílio, faculdades, organização de cursos e franquias.

Não há como negar a evolução técnico-científica da Fisioterapia. A paixão pelo que fazemos fez surgir inúmeros negócios em nossa área, mas, será que nos planejamos para isso?

Diariamente vejo colegas entusiasmados na criação de seus espaços e ao mesmo tempo anúncios, nas redes sociais, de outros colegas vendendo seus equipamentos e tentando outra coisa na vida. Talvez, o brilho da paixão possa estar ofuscando àqueles que, no momento de falar de negócios, precisam olhar focados em seus objetivos.

É preciso habituar-se a uma nova linguagem: planejamento, capital de giro, IRPJ, rentabilidade, marketing etc. Ousar sim, arriscar perder, nunca. Foram-se os tempos em que as coisas eram feitas “na marra”. Agir sempre estrategicamente, não preocupando-se somente em captar, mas em fidelizar clientes, pensar que o cliente deve ser cuidado 24 horas por dia, 365 dias por ano. Somente assim, podemos dizer que chegamos em nossa maturidade empresarial.

Um abraço,