Entidades de Classe – Centros Acadêmicos

Centro Academico Fisioterapia

O centro acadêmico  é uma entidade estudantil que representa  os acadêmicos do Curso de Fisioterapia das Faculdades. Suas funções relacionam-se com  organização de atividades acadêmicas extra-curriculares como: debates, discussões, palestras, semanas temáticas, recepção de calouros e realização de projetos de extensão; encaminhamento, mobilização e organização de reivindicações e ações políticas dos estudantes, mediação de negociações e conflitos individuais e coletivos entre estudantes e a faculdade, realização de atividades culturais como feiras de livros, festivais diversos, entre outros.

O CA representa o começo do processo associativo de nossa classe, daí sua importância. É fundamental que o processo de eleição seja democrático, e, que os alunos procurem manter-se unidos para as deliberações desse, pois o mesmo acontecerá quando estiverem de frente para o mercado.

É importante que a PRESIDÊNCIA e a TESOURARIA fiquem atentas frente aos direitos dos alunos. Quando estudante, descobri que  na mensalidade que os alunos pagavam à Faculdade havia uma verba que era obrigatoriamente direcionada ao Centro Acadêmico e que havia alguns anos que não era tocada, esperando dessa forma o seu “dono”

Encontrei nesse site as etapas para a criação de um centro acadêmicos.

Vamos lá gente, QUEM SABE FAZ A HORA!!!

 

Fonte: http://dce.unifesp.br/casaas.html

 

Maurício de Nassau seja sempre bem vinda

Mauricio de Nassau

A Clínica Somma, empresa prestadora de serviços Fisioterapêuticos há 16 anos em Fortaleza/CE firma parceria com a Curso de Fisioterapia Faculdade Maurício de Nassau coordenado por Prof.Olavo Ximenes, para aulas de Fisioterapia Aquática ministradas pela professora Maria do Socorro Guimarães em suas dependências. Essas dão-se  aos sábados, todas as manhãs.

O atleta empreendedor

FONTE: Prof.Rubens Gabriel Pereira Diretor Canali System Brasil Personal Trainer Body Tech – Koatch – Renaissance Fitness Árbitro de Ginástica Artística Masculina Ex-Técnico de Ginástica Artística Comentarista Esportivo - Rede Bandeirantes de televisão

Prof.Rubens Pereira

O atleta é um empreendedor nato.

Independente da modalidade escolhida, o atleta deve arriscar-se nos âmbitos financeiro, psicológico e social, deve criar algo de valor e dedicar tempo e esforço para alcançar a recompensa e satisfação pessoal e econômica.

Ao escolher uma modalidade, normalmente com uma idade entre 5 e 13 anos, o atleta assume o risco da escolha. Optar por uma modalidade implica em abrir mão de outras possibilidades e o sucesso dentro desta escolha passa a ser fundamental para a sua vida.

O treinamento de alto nível começa cedo e não tem retorno financeiro imediato, a maior parte dos atletas iniciantes não recebem nada. A família precisa assumir os custos com transporte, vestuário, alimentação, competições, etc.

A carga psicológica do treinamento de alto nível é muito alta, com o ambiente competitivo os melhores continuam e os piores ficam pelo caminho.

O atleta durante a infância e adolescência será um indivíduo diferente dos demais no âmbito social. A necessidade de criar uma rotina favorável aos treinos implica em reduzir o convívio com crianças que não compartilham a mesma rotina. Festas, passeios e outros eventos normalmente incluídos na rotina de crianças e adolescentes são reduzidos e passam a acontecer dentro do grupo de atletas, minimizando possibilidades de atrapalhar o treinamento.

O atleta que deseja se destacar dentro da sua modalidade deve ser diferente dos demais:

Criar jogadas ou movimentos diferentes e mais eficientes que os existentes, por exemplo um ginasta que com o auxílio de seu técnico, cria um movimento novo como fizeram Arthur Zanetti, Diego Hipólito e Sérgio Sasaki atualmente na seleção brasileira de ginástica artística;

Procurar oportunidades de se destacar no ambiente, por exemplo como um jogador que, com propriedade, muda de posição para suprir uma necessidade da equipe.

Por fim, o esforço do atleta não é apenas físico para chegar na frente dos demais ou fazer mais pontos que os outros, depende de muito tempo de treinamento, chegando a seis horas por dia além do tempo de competições que não necessariamente acontecerão na sua cidade, obrigando o atleta a viajar para poder participar.

 

FONTE:  Prof.Rubens Gabriel Pereira
Diretor Canali System Brasil Personal Trainer Body Tech – Koatch – Renaissance Fitness
Árbitro de Ginástica Artística Masculina
Ex-Técnico de Ginástica Artística
Comentarista Esportivo – Rede Bandeirantes de televisão