Entidades de Classe – Cooperativas de Fisioterapeutas

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As cooperativas são reconhecidas por lei no Brasil desde 1971. O conjunto de normas que regulamenta esse setor de produção reconhece que o trabalho tem como princípio número um a adesão voluntária e livre. Um grupo só pode existir com mais de 20 membros.

É muito comum observamos COOPERATIVAS DE FISIOTERAPIA  prestando serviços em Hospitais, contudo, essa, organizando-se de maneira profissional, poderá atender em diversos locais como clínicas, domicílios escolas etc. Temos como exemplo a UNIMED que é uma das maiores corporações médicas do mundo

Nenhum associado é EMPREGADO DA COOPERATIVA, não ser as pessoas da parte administrativa e manutenção. Todos os FISIOTERAPEUTAS possuem suas escalas e outras rotinas dentro da instituição. Nos hospitais observamos isso em regime de plantões e/ou turnos que variam de acordo com a demanda.

Devido a complexidade da abertura e manutenção das COOPERATIVAS muitos colegas ERRADAMENTE criam EMPRESAS e as fazem funcionar como COOPERATIVAS. Isso é extremamente perigoso, pois no caso de “sociedades simples ou sociedades limitadas” observa-se que todos, que ali trabalham, tenham carteira assinada.

As determinações de como serão realizados os trabalhos, os horários, e possíveis reclamações quanto ao desempenho do cooperado deve ser feito pelo Gestor da Cooperativa Ação. Assim também deve ser feito por parte do Cooperado, qualquer reclamação, sugestão, solicitações, justificativas de falta devem ser feitos ao Gestor ou diretamente na Sede da Cooperativa, pessoalmente ou por telefone. Afinal, você não é funcionário da empresa e sim um autônomo sócio da Cooperativa Ação, que é a prestadora de serviços e responsável pelo desempenho de seus associados.

FONTE: http://www.brasilcooperativo.coop.br