Palestra – O que posso ser como Fisioterapeuta?

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Hoje, 04/09/2014, a convite das Professoras Cristhina Brasil e Cristina Santiago, tive a oportunidade de falar para acadêmicos do primeiro semestre do Curso de Fisioterapia da UNIFOR(Universidade de Fortaleza). Sala cheia de gente bonita e interessada em saber o que é ser Fisioterapeuta.

Abordamos vários temas, desde a escolha dos serviços público, privado ou educacional até o nosso tão desejado Referencial Nacional de Honorários. A turma, bem participativa, me mostrou que nossos caminhos na Fisioterapia ficam cada vez mais claros.

É isso ai gente, VALEU UNIFOR.

Para ver a palestra: Para acessar a palestra veja: http://goo.gl/2xCszx

O amigo virtual

O amigo virtual

Meu mestre Henrique, pessoa ímpar que não se cansa de ajudar inúmeras pessoas a melhorar seus níveis de relacionamento no mundo digital.

Meu mestre Henrique, pessoa ímpar que não se cansa de ajudar inúmeras pessoas a melhorar seus níveis de relacionamento no mundo digital.

É muito comum observarmos no mundo cibernético, e principalmente nas redes sociais, pseudoperfis que alimentam nossa arrogância, vaidade, e, principalmente, nossa solidão. Fotos, comentários e depoimentos enraizados na metodologia do control c + control v multiplicam-se exponencialmente maculando esse mundo digital fantástico que tem por finalidade estreitar nossos relacionamentos, sejam pessoais, comerciais, científicos ou amorosos.

Por outro lado, existe o AMIGO VIRTUAL. Esse, é:

Aquele que não conversa com você, mas lê seus pensamentos;

Aquele que não te abraça, mas te acalenta;

Aquele que não toma um chope com você, mas o faz rir;

Aquele que não ouve sua voz, mas te escuta;

Aquele que não paga suas contas, mas doa seu precioso tempo para ler seus recados;

Aquele que não te carrega nas costas, mas multiplica os seus relacionamentos;

Aquele que não te bajula, mas te serve de conhecimentos adquiridos;

Enfim, aquele que, mesmo virtualmente, é seu AMIGO.

 

Luis Henrique Cintra

 

Me formei em Fisioterapia, e agora?

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Como ja me disse uma vez meu eterno e saudoso professor da PUCCAMP José Américo da Silva: ” – Luis, não se preocupe, você dorme estudante e acorda profissional”. O medo no ultimoanista do curso de Fisioterapia é típico, pois sabe que em breve estará sendo totalmente responsável por seus atos como profissional recém formado. A primeira constatação que observamos é que o “conhecimento técnico” não será suficiente para que consigamos a credibilidade que merecemos. Minha orientação é que esse aluno procure realizar um processo de “desmame” progressivo de sua amada Faculdade, ou, pelo menos, da forma de se relacionar com os estudos realizados até aquele momento. Isso poderá ser feito através de cursos de especialização, residências, formação ou até, para quem gosta mesmo da parte acadêmica um mestrado. A definição desse caminho estará guiando no aluno rumo aquilo que ele pretende ser.

Hoje surgem muitos oportunidades de concursos públicos. É bem verdade que o salário não é aquele que gostaríamos que fosse, mas no mínimo adquirimos experiência para algo que seja melhor. Vale ressaltar que os Crefitos estão ai para salvaguardar o direito desses concursados quando a remuneração está abaixo de valores vis.

Alguns mais impetuosos e/ou afortunados desejam abrir logo seus negócios e ver o que vai dá. Nesse caso recomendo cautela, pois não é comum observarmos o desenvolvimento empresarial ao longo da formação fisioterapêutica. O Sebrae pode ser um bom caminho para responder tais questionamentos. Recomendo a leitura de outro texto por nós publicados: Fisioterapeuta empresário, eu? e ainda “ Pequenos Conselhos para Empreender em Fisioterapia

Não podemos deixar de mencionar também aqueles colegas que desejam trabalhar em clínicas privadas, muitas vezes, recebendo produtividade paga de acordo com os valores repassados pelas Operadoras de Planos de Saúde, veja os textos: “Fisioterapeuta é explorado ou não conhece o seu valor?” e também “Conheça o RNHF – Referencial Nacional de Honorários Fisioterapêuticos”

Um caminho muito seguido também é o Atendimento domiciliar: “Fisioterapia domiciliar pode ser uma ótima oportunidade de negócio.”

Enfim, ao longo de todo o nosso blog temos posts, colocações, comentários e dicas que podem guiar o Fisioterapeuta na busca de sua autonomia.

Um abraço

 

Luis Henrique Cintra

Fisioterapeuta Consultor

 

 

Maurício de Nassau seja sempre bem vinda

Mauricio de Nassau

A Clínica Somma, empresa prestadora de serviços Fisioterapêuticos há 16 anos em Fortaleza/CE firma parceria com a Curso de Fisioterapia Faculdade Maurício de Nassau coordenado por Prof.Olavo Ximenes, para aulas de Fisioterapia Aquática ministradas pela professora Maria do Socorro Guimarães em suas dependências. Essas dão-se  aos sábados, todas as manhãs.

Tarde show de bola na UFC – Valeu gente!!

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Por uma época estive professor na Faculdades Nordeste(FANOR). A convite de meu amigo Jorge Brandão, conduzi por 4 anos algumas disciplinas do Curso de Fisioterapia de lá. Uma dessas, era a de Recursos Terapêuticos Posturais. Concluí meu trabalho em 2010 e desde então, nunca mais havia proferido nenhuma das aulas que lá ministrava.

Semana passada, 22/04/2014, convidado por Prof.Rafael Temóteo e ciceroneado por Profra.Nataly Gurgel  tive a oportunidade de falar sobre o assunto que pratico há 20 anos e que iniciou minha carreira, como professor,  em 2005. Foi muito bom. O ambiente, os questionamentos e mitos, e a atenção que circundam esse tema, foram, todos, muito bem vindos

A turma foi muito participativa e fina conhecedora de assuntos relacionados a cinesiologia postural. Espero ter contribuído, de alguma forma, para a formação desses jovens que representam o futuro de nossa profissão.

Parabéns a todo o corpo docente e discente da UFC pelo brilhantismo de todos que compõem essa casa.

 

Luis Henrique Cintra

Fisioterapeuta Consultor de Negócio

 

O atleta empreendedor

FONTE: Prof.Rubens Gabriel Pereira Diretor Canali System Brasil Personal Trainer Body Tech – Koatch – Renaissance Fitness Árbitro de Ginástica Artística Masculina Ex-Técnico de Ginástica Artística Comentarista Esportivo - Rede Bandeirantes de televisão

Prof.Rubens Pereira

O atleta é um empreendedor nato.

Independente da modalidade escolhida, o atleta deve arriscar-se nos âmbitos financeiro, psicológico e social, deve criar algo de valor e dedicar tempo e esforço para alcançar a recompensa e satisfação pessoal e econômica.

Ao escolher uma modalidade, normalmente com uma idade entre 5 e 13 anos, o atleta assume o risco da escolha. Optar por uma modalidade implica em abrir mão de outras possibilidades e o sucesso dentro desta escolha passa a ser fundamental para a sua vida.

O treinamento de alto nível começa cedo e não tem retorno financeiro imediato, a maior parte dos atletas iniciantes não recebem nada. A família precisa assumir os custos com transporte, vestuário, alimentação, competições, etc.

A carga psicológica do treinamento de alto nível é muito alta, com o ambiente competitivo os melhores continuam e os piores ficam pelo caminho.

O atleta durante a infância e adolescência será um indivíduo diferente dos demais no âmbito social. A necessidade de criar uma rotina favorável aos treinos implica em reduzir o convívio com crianças que não compartilham a mesma rotina. Festas, passeios e outros eventos normalmente incluídos na rotina de crianças e adolescentes são reduzidos e passam a acontecer dentro do grupo de atletas, minimizando possibilidades de atrapalhar o treinamento.

O atleta que deseja se destacar dentro da sua modalidade deve ser diferente dos demais:

Criar jogadas ou movimentos diferentes e mais eficientes que os existentes, por exemplo um ginasta que com o auxílio de seu técnico, cria um movimento novo como fizeram Arthur Zanetti, Diego Hipólito e Sérgio Sasaki atualmente na seleção brasileira de ginástica artística;

Procurar oportunidades de se destacar no ambiente, por exemplo como um jogador que, com propriedade, muda de posição para suprir uma necessidade da equipe.

Por fim, o esforço do atleta não é apenas físico para chegar na frente dos demais ou fazer mais pontos que os outros, depende de muito tempo de treinamento, chegando a seis horas por dia além do tempo de competições que não necessariamente acontecerão na sua cidade, obrigando o atleta a viajar para poder participar.

 

FONTE:  Prof.Rubens Gabriel Pereira
Diretor Canali System Brasil Personal Trainer Body Tech – Koatch – Renaissance Fitness
Árbitro de Ginástica Artística Masculina
Ex-Técnico de Ginástica Artística
Comentarista Esportivo – Rede Bandeirantes de televisão