O que sustenta o sistema é o ímpeto do infante

SONY DSCO eterno poeta Renato Russo em sua música “Senhor da Guerra” descreve uma frase que é mais ou menos assim “lembre-se sempre que Deus está do lado de quem vai vencer”.

Ninguém gosta de perder, não é mesmo. As pessoas, contudo, esquecem que quando vão para a guerra, principalmente os que estão na linha de frente, estão altamente propensas a nos deixar.Ora bolas, mas isso é um detalhe, afinal de contas, mais vale uma medalha no peito e 1 minuto de silêncio a toda uma vida com família e filhos.

Procuro ler sempre blogs, comentários e propagandas sobre minha querida profissão, A Fisioterapia, todos os dias. Consegui identificar, em minha opinião, alguns tipos de situações:

– A primeira é que existem muitos colegas (alunos e profissionais) que se chateiam muito com a história dos protocolos de Fisioterapia. Aquela velha ladainha da receita dolo do Ondas Curtas, Ultrassom e Tens.

– A segunda é justamente a continuidade da primeira que mostra a saída é a Terapia Manual. Pois o tratamento é individual e ai cada caso é um caso. Como se não houvesse protocolos de atendimento na terapia manual.

– A terceira é o povo não é mais Fisioterapeuta mas que passa pra todo mundo que tudo que conseguiu na vida foi como Fisioterapeuta e ai vende os seus produtos.

– A quarta é a turma do barato coletivo. Ferramenta tão criticada, até pelos conselhos.

– A quinta é do pessoal que tapa o sol com a peneira dizendo que a gente só tem que atender os ricos. È porque não compensa atender planos de saúde.

– A sexta é o povo que começa a falar da Fisioterapia e mistura com os problemas nacionais e não reponde nada.

– A oitava é a turma que acha até legal o que leu mas não comenta por não querer assumir alguma coisa.

– A nona é a turma que ama o que faz, mas não ama o que ganha. Normalmente ainda não tiveram filhos e menos de 30 anos.

A décima é a turma dos novos conceitos tipo Pilates Evolution, Pilates Aquático, Pilates Aéreo,

– A sétima são os donos da verdade, que acredito devo está me comportando como tal.

Você, leitor, já imaginou o caos que seria se todos os alunos dos cursos de Fisioterapia buscassem outra profissão? Sim a Fisioterapia é linda, eu também acho, afinal de contas tento fazer meu papel há tanto tempo.

Não acho que a gente tem que ter cargo político para poder fazer alguma coisa pela Fisioterapia. Todos os políticos que lá estão, parecem que lá permanecem mais pelo desejo nossa inércia, que pelo real papel que devem assumir.

Nós somos órfãos de entidades de classe:

– Do que adianta ser registrado num conselho, se o mesmo não me protege no exercício ilegal da profissão? A prova são os ESTÁGIOS IRREGULARES QUE DESEMPREGAM DIARIAMENTE AQUELES QUE PAGAM OS SEUS CONSELHOS ?

– Do que adianta fazer parte de uma associação se essa parece apenas está voltada para chancelar congressos e nunca estipula honorários junto a planos de saúde ?

– Do que adianta ser filiado a sindicatos se esses são lutam contra as entidades públicas e nunca contra as privadas ?

No final disso tudo vemos a massa sendo manipulada pelo marketing que está tudo bem e nós já conseguimos muita coisa.

Um abraço,
Luis Henrique Cintra

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