Sobre nós mesmos.

Leandro Leão Fisioterapeuta BA

Dr.Leandro Leão
Fisioterapeuta BA

Sentimos bem como é difícil ser Fisioterapeuta, quando nos permitimos a cada dia não falar em gestão, não debater nossos problemas e o pior de tudo é nos permitir a brutalização pela falta de conhecimento. Logo, os sintomas de falência da profissão são evidentes quando culpamos todos e não fazemos nada além de apenas reclamar e quando a grama do vizinho é mais verde e mais bem cuidada que a minha. Acordemos colegas e sinceramente deixemos de discutir assuntos bobos e vãos que não produzirão nada e nunca nos levará a nada. Nos falta capacitação e politização ao passo que nos sobra preguiça mental e uma vontade louca de buscar um culpado pela nossa inércia e nossa morosidade com nós mesmo. Uma vez disse que somos mofinos e continuo a acreditar ainda mais que agimos conforme a nossa fome e não de acordo com uma estratégia unida, bem planejada e com a participação de todos. Posso até estar enganado, mas o Fisioterapeuta é um mestre em espalitar os dentes de barriga vazia. Reclama de mais e pensa de menos. Culpa o Conselho, Sindicato, Operadoras, Patrões,, Deus e até o paciente , todavia não se volta para o epicentro dos problemas que é a postura relapsa e indolente com seus direitos.

 

Leandro Leão

Presidente da Associação Baiana de

Prestadores de Serviços Fisioterapêuticos

 

Vamos construir 2015

2015_Juntos

No livro “O símbolo perdido” de Dan Brown tive a oportunidade de ler “um pouco” sobre a Ciência Noética”(http://pt.wikipedia.org/wiki/No%C3%A9tica) e fiquei impressionado com o poder do pensamento positivo. Estamos nesse mundo, assim como todos os animais,  literalmente sobrevivendo pelo tempo que conseguirmos, e certamente nossa existência não será perpetuada por atribulações que nos pré-ocupam, tomando, assim, nosso precioso tempo.

Existe uma fábula que diz que os porcos-espinhos para sobreviverem no inverno, época de sua hibernação, ficam uns sobre os outros. Suportam a dor em detrimento da preservação da espécie.

Vamos trabalhar minha gente, vamos estudar, vamos produzir, vamos ser mais úteis e menos egoístas em 2014. Deus não nos deu a capacidade de prever o futuro mas, de tentar construí-lo, ou,  pelo menos, de influenciá-lo. O futuro, meus amigos, não pertence a Deus, ele é de nossa inteira responsabilidade.

FELIZ 2015

Luis Henrique Cintra

Fisioterapeuta Consultor

Dr.Helder Montenegro lança livro

Livro Helder

Já está disponível para compra o livro de Dr.Helder Montenegro, Fisioterapeuta, Helder Montenegro é reconhecido como um dos maiores especialistas no tratamento da coluna vertebral no Brasil. É diretor geral do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral (ITC Vertebral), rede de franquia de clínicas de fisioterapia especializadas em tratamento para doenças da coluna, com mais de 70 unidades no Brasil e em Portugal.

 

Luis Henrique Cintra

 

Acesse: http://www.livroherniadedisco.com.br/

Fisioterapia Dermatofuncional em alta

Fisioterapia Dermatofuncional em alta

Ainda como estudante de fisioterapia, a empresária Bruna Cabral já se lançava no mercado de trabalho e alçava os primeiros voos como empreendedora. Decidida na profissão que queria, ela e o então namorado e atual marido, Fábio Cabral, apostaram no ramo da estética. Em 2010 o casal inaugurou, em Boa Viagem, a primeira unidade da clínica Slim. Hoje, a empresa possui uma filial no bairro dos Aflitos, inaugurada dois anos após a primeira, e um quadro de mais de 40 funcionários, entre massoterapeutas, fisioterapeutas, esteticistas e biomédicas.

A história de Bruna Cabral como empresária e da clínica Slim começa ainda na universidade quando, com um diploma de capacitação em dermatofuncional em mãos, ela começou a atender pacientes em domicílio. Logo, o trabalho foi ficando sério e, meses depois, Bruna conseguiu montar a sua primeira clínica, em uma sala pequena na Zona Sul. “Era uma correria. Estudava pela manhã, trabalhava à tarde na clínica com mais quatro estagiárias e ainda atendia em domicílio à noite”, explica.

A experiência no mercado fez com que algumas empresas enxergassem o potencial da profissional. “Fui chamada para trabalhar em uma clínica de estética e colocada em um cargo de gerente. Fiquei por lá mais ou menos um ano, quando decidi com Fábio montar uma clinica de medicina estética, a Slim”, conta.

Hoje, as duas clínicas oferecem uma lista de 17 serviços que variam de R$ 300 a R$ 1,5 mil, desde tratamento facial, massagem e ultracavitação, estes últimos o carrochefe da empresa. De acordo com Bruna Cabral, cada unidade tem uma média de 150 pacientes atendidos por dia. Ela afirma que o faturamento das clínicas cresceu cerca de 40%, em relação ao ano passado.

A empresária diz que as mulheres ainda são maioria na Slim. “Os homens são só 5% do nosso público.” Além da clinica, Bruna também ministra cursos e palestras no Recife e em cidades do interior do Estado. Em agosto, ela irá promover o Congresso Norte-Nordeste de Dermatoruncional. “É uma outra paixão que tenho. O ramo da estética é bastante amplo e muita gente acha que um curso de um mês já capacita para o exercício. O aprendizado e o treinamento constante são a chave para oferecer um serviço de qualidade”, ressalta.

 

Fonte:

Mariana Clarissa
Especial para o Diario de Pernambuco
marianaclarissa.pe@dabr.com.br

Prof.Jorge Garcia – A arrogância mata

Jorge Garcia – 60 anos, engenheiro industrial com mestrado em Matemática, Ph.D em Inteligência Artificial e pós-doutorado em Estratégia Competitiva pela Harvad Business School. Criou a Coppead, escola de negócios da UFRJ, e hoje é professor do Ibmec e dono da consultoria The Monitor Company of Brazil.

Jorge Garcia – 60 anos, engenheiro industrial com mestrado em Matemática, Ph.D em Inteligência Artificial e pós-doutorado em Estratégia Competitiva pela Harvad Business School. Criou a Coppead, escola de negócios da UFRJ, e hoje é professor do Ibmec e dono da consultoria The Monitor Company of Brazil.

O engenheiro mexicano Jorge Garcia poderia ser chamado de médico-legista do mundo corporativo. Ele tornou-se um especialista em descobrir por que as empresas morrem. Professor e consultor empresarial naturalizado brasileiro, Garcia consegue fazer um diagnóstico precoce dos fatores que levam uma corporação à ruína. “A arrogância e a soberba matam uma empresa”, diz. Em breve, ele pretende fazer as malas e passar um ano na Harvad Business School, para pesquisar o tema mais a fundo. Garcia vai realizar um sonho antigo: escrever um livro sobre os maiores exemplos de insensatez no mundo dos negócios. A obra será inspirada no título A Marcha da Insensatez, da jornalista Bárbara Tuchman, que descreve os grandes equívocos da humanidade desde a Guerra de Tróia até o Vietnã. Na entrevista que concedeu a Época Negócios, o professor explica por que é diferente administrar uma empresa no Brasil, aponta quais organizações estão em risco atualmente e diz quais foram os maiores erros cometidos no mundo dos negócios.
Época: Por que uma empresa morre?
Porque é arrogante e soberba. O McDonald’s, por exemplo, está se arrebentando por isso. Chegou a ter 40% do mercado no mundo e hoje está com 13%. Por enquanto, pois a rede vai acabar. Nós temos aqui, no Brasil, uma quantidade enorme de franqueados querendo sair. E no começo tínhamos fila. Hoje nem fila há. Temos quase 20 franqueados brigando na Justiça contra o MacDonald’s. No mundo todo, as vendas estão caindo.
Época: Qual foi o grande erro?
Eles pensaram o seguinte: o manual tem de ser o mesmo em Nova York, no Brasil e na Índia. Só que eles se esqueceram de que as pessoas são diferentes. Em outras palavras, deram as costas para o mercado. Eles criaram uma universidade para fazer hambúrguer do mesmo jeito, da maneira mais rápida e eficiente, e no mundo todo. Foi um erro crasso. Essas escolas não dão espaço pra você pensar. O melhor funcionário é aquele que não pensa, é aquele que faz o que o chefe fala.
Época: Por que as empresas chegam a esse ponto?
Porque se acomodam. É como no casamento. O grande segredo é não relaxar. É o caso também da IBM, da Sony e da Xerox. Uma das coisas que o mundo dos negócios me ensinou é que o mercado é cruel, não tem a menor lealdade e, pior, não reconhece os sucessos do passado. É preciso estar sempre se reinventando.
Época: Como virar esse jogo?
Carlos Ghosn conseguiu fazer isso na Nissan. Ele chegou e viu que a diretoria toda estava compactuada, que levou 26 meses delirando antes de tomar uma decisão de fechar uma fábrica. Em vez de escutar a diretoria, Ghosn foi ouvir as lideranças básicas, o que muito empresário brasileiro deveria fazer. Ele foi à gerência intermediária e pegou os melhores talentos. Há muita gente boa asfixiada pela diretoria que nós atualmente temos.
Época: Qual é o problema das atuais diretorias?
São velhas, arcaicas. A crise nas empresas começa na crise executiva. O presidente, assim como a diretoria, conhece o problema há tempos, e não toma decisões por medo de perder o status quo.
Época: As empresas familiares não devem ter esse problema….
É verdade, mas são muito mais complicadas. Ou a família mata a empresa ou a empresa mata a família.
Época: Existem casos que contrariam esta regra?
O Grupo Votorantim, por exemplo, dá certo pela rigidez e disciplina dos donos. O filho de Antonio Ermírio de Moraes é um garoto que está indo à luta como outro qualquer. Se ele é aceito pelo sistema de recrutamento da Votorantim, ele poderá entrar na empresa. E ele entra pelos fundos, não pela janela. É a meritocracia. O Brasil está começando a importar este modismo cultural dos Estados Unidos, o que eu acho muito bom.
Época: Qual foi a maior insensatez do século XX?
Foi a Igreja Católica. É uma organização em que o presidente só sai no caixão. A Igreja vai morrer. Observe a idade das pessoas que vão à missa aos domingos. Ela perdeu mercado para as novas igrejas. A maior organização do mundo foi inflexível, rígida demais e não se renovou.
Época: Um dos temas que o senhor vai pesquisar em Harvad é estratégia em países emergentes. Por que é diferente administrar uma empresa no Brasil?
Nos países anglo-saxões, se você fala para o subordinado “faça isso”, ninguém questiona. No Brasil, vão fazer diferente. Se Hitler tivesse nascido aqui, estaria vendendo quadro no Viaduto do Chá, em São Paulo. Ninguém estaria fazendo continência.
Época: Isso é bom ou ruim?
A insubordinação é fantástica, mas desde que motivada. Sem conhecimento, pode levar ao caos. A motivação não é uma porta que se abre somente por dentro. Você precisa se incentivado a crescer, saber que vai ganhar alguma coisa com isso. Aquela história de uma empresa contratar uma pessoa por um salário, 12 salários, está morrendo. As empresas mais lucrativas agora têm quadros com salários-base baixos e o variável (o bônus) muito grande.
Época: Mas esse modelo não cria um ambiente extremamente competitivo?
Não necessariamente. Você tem de estudar de que forma as pessoas vão trabalhar de maneira saudável, o que não é fácil. Na maioria das vezes, o ambiente que se cria é de predadores. Quem não se adapta vai para a rua.
Época: O senhor diz que prefere viver um ano a 100km por hora a viver mais 10 anos a 5km por hora. Essa filosofia também funciona no mundo dos negócios?
Não. É suicida demais. Existe um ditado que diz que o melhor jeito de perder um negócio é perder uma oportunidade. Mas, ao mesmo tempo, oportunismo é suicídio. O mercado é contraditório. Cada onda é diferente.

 

Fonte:

Patrícia Cançado

Revista Època – nº 356 – 14/03/05

http://sitedoempreendedor.com.br/entrevistas.php?acao=exibir&id=53

Mudar é abrir uma porta que só abre para dentro

 

foto do texto "Mudar é abrir uma porta que só abre para dentro"

foto do texto “Mudar é abrir uma porta que só abre para dentro”

Li essa frase num livro de auto-ajuda. Sim, adoro livros de auto-ajuda. Muitos “intelectuais” dizem assim: ”Isso é pra quem não lê nada e acha que vai achar tudo ai, é uma forma de ganhar dinheiro em cima da ignorância da massa”. – Ainda bem que sou ignorante, pois tenho a oportunidade de aprender mais, mesmo que seja sobre mim mesmo.

A mudança sempre fascinou o humanidade. A renovação, o incremento, o novo e o rejuvenescimento facial nos anima para experimentar sensações antes desconhecidas…. Porém, esquecemos que tudo tem um preço, e olha que Deus é o melhor precificador que ouvi falar. Mas como não foi Deus quem criou o dinheiro, e sim, os humanos, ele cobra a dívida de cada um nos hábitos que cada mutante assume.

Uma parábola fantástica sobre a mudança é a da águia. Ela quebra seu bico, arranca suas unhas e se despena toda para conseguir usufruir de sua experiência quando a juventude não é mais companheira. Essa nos ensina que mudar requer atitude, perseverança e DOR, muita DOR.

Ninguém emagrece na segunda feira, ninguém é fiel nas juras do casamento ou pelo menos é sábio porque escreveu algo. A excelência está no habito e não no feito. Enquanto a vaidade nos faz sentir diferente a atitude nos torna e a disciplina nos consolida.

Um abraço,

Luis Henrique Cintra